![]() |
|
![]() |
Há anos que me espero inutilmente. Se não chegar antes do próximo poema, sairei
a procurar-me entre as rugas do passado, e se não me achar nos escombros
de outros tempos, ou se me perder nas cinzas dos meus sonhos,
então voltarei e continuarei esperando-me, sentado sobre as estrofes do tempo
que não espera nem perdoa. © Bruno Kampel, Suécia
|
![]() |
![]() |